Quinta-feira, 10 de Dezembro de 2009
A contradição

Maquinas, ruído, o não silêncio. O trabalho!… A contradição entre o amor, a paz o ódio, a guerra. A inexistência, a existência. A luta contínua do mundo consigo mesmo.
Provoca o afastamento do amor para os terrenos da sensibilidade.
Não em mim não, gritamos, mas não afirmamos!…
Maquina alguma, nem o ruído nem a guerra, podem matar o amor.
Fartamo-nos de gritar. Será que acreditamos?
Não sei a resposta. O que sei é que de tanto repetir as mentiras , tornam-se verdades.
Será esta a nossa Verdade?
O que sei é que mais belo que o trabalhar de mil maquinas a vapor , electricidade ou plutónio, que queimamos distraidos .
Esquecemos , que em cada botão que carregamos , destruímos um pouco de nós mesmos.
Que prazer ligar o botão . acender a lâmpada , acelerar rapidamente pelas ruas da Cidade. Que beleza as dezenas de chaminés que nos poluem o ar.

O que sei é que, é tão ilusório este nosso pequeno Mundo que nos esquecemos do espaço para o amor. Isso é que sei!….

Também sei que no amor, o tempo decorre como num sonho, e que o tempo das maquinas é um não tempo, paramos, estagnamos e em cada segundo morremos um pouco.

O que falta então para que queiramos de verdade criar o tempo da Vida? Onde nem a guerra que, mata impeça a alma de amar.

Um tempo onde. Todas as coisas sejam o que são.
O que sei é que o soldado também ama, mas mata!….
Mas o dilema do soldado é matar ou morrer.
O que sei é que os donos do soldado não compreendem tal palavra.
O que sei é que o programa para ensinar, os donos do Soldado se avariou algures no tempo e se esqueceram de o arranjar.
O que sei é que é imperioso, arranjar o programa para que os donos do soldado, possam perceber a injustiça do seu agir.
Também sei que esse programa só pode ser arranjado, pela emancipação cultural.
Por uma nova educação que tenha como prioridade o outro que, sou , não sendo.
Difícil não é?
As palavras são um jogo que jogamos no ar, por isso perdem-se por ai.
Ouvimos, mas não escutamos, olhamos mas não vemos.
Talvez seja aqui que começa o pequeno, pormenor, essencial para começar a mudar o dono do soldado.
Como fazer?
Pela educação claro. Educação? Dirás que já temos.
Então temos que iniciar um processo de educar que, seja adequado para provocar a capacidade se sentir, de ver e de ouvir.
Para um olhar total sobre as coisas. Para colocar o amor nas formas da realidade , isto é tornando sensível o Real.

publicado por sociolocaminhar às 02:40
link do post | comentar | favorito
|
.mais sobre mim
.pesquisar
 
.Maio 2016
Dom
Seg
Ter
Qua
Qui
Sex
Sab
1
2
3
4
5
6
7
8
9
10
11
12
13
14
15
17
18
19
20
21
22
23
24
25
26
27
28
29
30
31
.posts recentes

. ...

. Que valores valores

. para todos os que ainda ...

. A ética e a Moral

. Para reflectir

. Bases principais do Pensa...

. Não permitam o "Afundamen...

. A construção a Humana , ...

. Para Reflectir

. Para obter um milhao e qu...

.arquivos

. Maio 2016

. Junho 2015

. Janeiro 2013

. Dezembro 2012

. Novembro 2012

. Outubro 2012

. Maio 2012

. Abril 2012

. Março 2012

. Outubro 2011

. Agosto 2011

. Abril 2011

. Agosto 2010

. Dezembro 2009

. Novembro 2009

. Outubro 2009

. Junho 2009

. Fevereiro 2009

. Janeiro 2009

. Dezembro 2008

. Novembro 2008

. Outubro 2008

. Maio 2008

. Abril 2008

. Março 2008

. Fevereiro 2008

. Janeiro 2008

. Dezembro 2007

. Novembro 2007

. Outubro 2007

. Setembro 2007

. Agosto 2007

. Julho 2007

. Junho 2007

.tags

. todas as tags

.favoritos

. caminhos

. Coisas do sempre e do nu...

. Percursos

. Não podia ser quem Sou

. Da Ribeira da minha terr...

. Prazer ou Nostalgia

. lazer

. Memorias ...

. O Poema e a Musica

. Apareço assim de mansinho

.contador
HTML Counter
Hit Counters
blogs SAPO
.subscrever feeds