Quinta-feira, 25 de Junho de 2009
Para uma nova cultura humana

 

A Europa e as politicas para a energia

 

Nesta questão a EU anda de facto muito a à frente dos restantes países do mundo,não só na adopção do protocolo de quioto e na sua dinamização, como na adopção de uma politica concertada para a energia que abarca os diversos temas em questão, desde a indústria ao transporte, passando pela agricultura. 

 

É de facto um programa ambicioso ao nível das medidas de politica extensíveis aos 2 7 estados membros, que tendo por base a implementação do programa europeu para as alterações climáticas, pretende a alteração da forma de produção e utilização da energia, através da aplicação entre outras das  seguintes medidas.

 

Promoção de electricidade produzida a partir de fontes renováveis, objectivo atingir em 2010, 21% da produção de energia eléctrica a partir de fontes eólicas, solar, geotérmica, das ondas, das marés, hidroeléctrica, biomassa, gás de aterro sanitário, tratamento de esgotos do gás e do biogás.

 

Podemos pois considerar as politicas europeias para o uso racional da energia são transversais a todos os sectores, desde a promoção da produção de energias alternativas, passando pela procura e consumo de energia pela politica de transportes promovendo a construção de motores mais eficiente, a substituição do Gasóleo pelo biocombustivel ou gás natural e aplicação do principio do poluidor pagador ao transporte rodoviário de mercadorias

 Industria e gestão de resíduos, eliminação de gases fluorados , melhoria da qualidade do ambiente urbano,  promovendo uma abordagem integrada para a  gestão ambiental das cidades  em especial a gestão dos transportes urbanos .

 

A estratégia europeia para a diminuição do consumo de energia é assim um princípio fundamental, para não aumentar as emissões de gases de efeito de estufa, no entanto é insuficiente para, iniciar a diminuição sustentada das concentrações de gases de efeito de estufa.

 

São assim necessárias outras políticas de desenvolvimento, que procurem não só uma forma de produção limpa, mas também que fomentem um outro tipo de forma de estar do humano no mundo, que procurem o consumo necessário para o bem estar do homem no mundo e não o desperdício e o supérfluo      

 

publicado por sociolocaminhar às 06:28
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