Sábado, 30 de Junho de 2007
Asoociação portuguesa de Sociologia

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Sexta-feira, 29 de Junho de 2007
E são os azuis que sentimos , a serena sucessão dos nossos passos
    Livro da amizade
 

   Titulo  Azul

Desenhos de : Sofia  Sotomaior
As palavras escritas à mão: de Ilidio diniz
 
Na capa , podemos ver uma janela aberta um azul estonteante e no canto inferior esquerdo da janela um caracol.
 Simplesmente maravilhoso.
Abre-se a primeira pagina e podemos ver uma nuvem no céu de um azul que nos estremece.
 Esta escrito pela autora

Para o Ilidio
              da Sofia
                        1. 7. 81
 
Abre-se a pagina .                                                                                                                               

Surgem varias nuvens no céu, que se apresenta de um cinzento claro.

Está escrito à mão.

Desde sempre tenho acreditado no mundo, e nos que vivem a meu lado.
E quando me disseram que era fantasia de criança .
Respondi.
Que tal como elas queria sentir a bela sensação da verdade.
O mais profundo sentimento e o desejo mais sentido de viver.
Num mundo maravilhoso.

Vira-se a pagina

O Céu escurece, as nuvens cobrem toda a parte superior da pagina

Está escrito à mão.

Assim nos braços do sonho fui crescendo e adormecido acreditando.
Amando.
toda a flor que despontava a meu lado.
mas chegou um dia em que tudo se desmoronou.
Em que o sonho e o amor se desmoronou.
Porque os que viviam a meu lado não quiseram compreender os fenómenos que
se sucediam dentro deles, ou no espaço que os rodeia.
Compreendi então as palavras que me disseram um dia .

Vira-se a pagina

Existem nuvens compactas no céu que  parece chorar.
A chuva cai lentamente.

Está escrito à mão.

Desci às profundezas do meu ser.
                                          da minha consciência.
E vi a verdade e o amor.
Senti pela primeira vez que , tal como a Cocaína e o Opio
mais não eram que as palavras ilusórias que: nos aniquilam.
Nos matam e destroem .
são simplesmente proferidas pelos lábios .
Raramente sentidas.

Vira-se a pagina

As nuvem intensificam-se no céu  que, se apresenta de um cinzento, quase lilás
a chuva cai intensamente
Existe um vazio de palavras.

Vira-se a pagina.

O céu  começa a clarear a virar para um cinzento , quase azul.
As nuvens a desunir-se.

Está  escrito à mão

Então olhei o céu e naquele azul
senti , toda  a armonia, a paz, o amor
Que eu procurava.
estava tudo ali .
Nas estrelas imaginadas , nas nuvens, e nas partes mais longinquas.
Havia, tanta serenidade, tanta amizade.
que tudo se tornava subitamente maravilhoso.
Em mim eram tantas as sensações  de felicidade.
Que deixei de amar os Homens e amei o Universo.
 
vira-se a pagina

O céu apresenta agora um cinzento claro
E surgem  três nuvens e entre as mesmas o Sol desponta.
 
Está escrito à mão.

Mas nunca , a esperança de ver um dia , Homens e mulheres , caminhando lado a lado de mãos dadas , num abraço fraternal me abandonou.
Mesmo sabendo que  acreditar que um dia virá, em que esse Mundo  nascerá , é diferente de acreditar que ele seja possível agora .
neste instante.
Quero tentar de novo.
Porque é esse mundo, esse instante maravilhoso .
que quero sentir.

Vira-se a pagina  e !...
 
Num céu cinzento caro, num dos lados da pagina  surge o arco íris que atravessa todo o canto esquerdo da pagina, de baixo para cima  abraça a única nuvem no céu.
No canto superior direito podemos ver um pequeno pedaço de nuvem.
Ao centro observamos o Sol que surge sobre  a nuvem que atravessa o céu.

Esta escrito à mão

É essa maravilhosa sensação de acordar , vindo das profundezas das trevas.
Que quero sentir.
Como deve ser maravilhoso, acordar um dia e ver que,  tinha razão, quando dizia que não era fantasia.
que ainda há flores, neste emaranhado de cores que me envolve, que posso beijar,abraçar.
Amar!...
sentir que o amor é toda a verdade.
Fruto de um sentimento alicerçado no significado pleno da palavra. Amor!...
Que se mantém e, floresce ao longo de um caminho sem mentiras .

Vira-se a pagina ,e !...

 Surge o  azul mais belo do universo e nele contido ,uma nuvem que nos acompanha .

A pagina fica em branco, Talvez um dia  possa escrever a conclusão.

Por agora deixo-a aberta para a reflexão  que, devemos em permanecia fazer sobre o universo que nos envolve e, nos acolhe.

 Na serena sucessão dos nossos passos !...


 








 





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Elites e desigaldades sociais em portugal
Elites e desigualdades sociais em Portugal
Elísio Estanque
[26-04-2006] | 7 comentários
Pode dizer-se que o princípio da ?meritocracia? que as sociedades ocidentais tanto invocam, ainda não funciona ou funciona escassamente em Portugal. Em vez disso, funciona a chamada ?cunha? e uma mentalidade algo anacrónica, marcada por traços de servilismo e pelo medo do poder.

Como sabemos, com a institucionalização democrática (1974) e a entrada na Comunidade Europeia (1986) Portugal iniciou uma nova etapa na via da modernização do país, procurando ao mesmo tempo aproximar-se dos padrões europeus de desenvolvimento e reduzir as gritantes desigualdades e injustiças sociais para que as nossas elites nos remeteram ao longo dos séculos. Com o fim do Estado Novo e a integração no pelotão dos países desenvolvidos da Europa teremos nós conseguido reduzir substancialmente essas desigualdades? Haverá hoje mais igualdade de oportunidades? Quais os principais contornos do actual processo de mudança social no que diz respeito à estratificação social e à renovação das elites na sociedade portuguesa?
Ao longo do século XX assistiu-se nas sociedades industrializadas a uma evolução da estrutura das classes sociais em que, em vez dos muito poucos no topo e a esmagadora maioria do povo na base, cresceram a pouco e pouco as camadas intermédias. No caso português estas alterações estruturais verificaram-se apenas a partir da fase final do salazarismo, e sobretudo após a Revolução do 25 de Abril de 1974. Até então, a burguesia agrária e alguns sectores protegidos pelo Estado Novo (por exemplo, o clero, as forças armadas e os responsáveis políticos do regime) monopolizavam todo o prestígio, poder e riqueza. A industrialização expandiu-se escassa e tardiamente e, por isso, o crescimento das classes trabalhadoras urbanas ? o operariado e mais tarde as camadas ligadas ao terciário ? só nos anos 70 tiveram o seu primeiro grande impulso em Portugal. Com a democracia, a classe média urbana avançou rapidamente ? apesar de estatisticamente ser ainda débil ?, associada ao crescimento do Estado Providência, ao mesmo tempo que, a partir de finais dessa década, começou a notar-se uma tendência de estagnação (ou mesmo redução, embora lenta) do operariado industrial, a qual se tem acentuado nos últimos anos.
Porém, este movimento de recomposição não significou uma aproximação real entre o topo e a base da pirâmide social. Pelo contrário: embora os trabalhadores, e a classe baixa em geral, melhorassem em termos reais as suas condições de vida, se compararmos a situação actual com a generalizada miséria de há 30 anos, o certo é que as elites ? os sectores mais privilegiados da classe alta ? também subiram e em muitos casos distanciaram-se ainda mais dos níveis de vida das classes média e baixa. Cresce a ?classe média?, mas ao mesmo tempo torna-se internamente diferenciada e cada vez mais instável. Uns estratos sobem outros descem e proletarizam-se, enquanto a classe trabalhadora manual luta desesperadamente para se manter ?incluída?, isto é, tenta defender o emprego. A importância da classe média, em Portugal, mede-se mais pelo seu papel enquanto referência simbólica no imaginário colectivo, do que por ser um segmento social consistente e dotado de índices elevados de bem-estar. Caracteriza-se por ser frágil e por ser cada vez mais instável e internamente segmentada.
Há muito que as ciências sociais observaram na vida social moderna a força do impulso que leva os indivíduos a procurar a diferenciação. Diferenciação conduzida individualmente mas suportada por identificações colectivas com sectores sociais particulares. Sobretudo aqueles que conseguiram ?descolar? da condição mais baixa esforçam-se por obter para si e para os seus descendentes uma posição (estatuto) de privilégio. Isto acontece sobretudo entre as camadas privilegiadas das classes média e alta. É certo que o nível educacional que se consegue alcançar (o diploma) constitui hoje um factor decisivo, que favorece a mobilidade social. Mas, só aparentemente o título académico é um factor nivelador. As pessoas oriundas de diferentes origens sociais, quando conseguem frequentar as mesmas universidades e os mesmos programas de mestrado ou doutoramento (por exemplo), partilham interesses intelectuais comuns, e tudo isso facilita a mobilidade social ascendente, nomeadamente através de casamentos interclassistas. Porém, essa abertura das fronteiras de classe não é generalizável. O próprio acesso aos diplomas académicos mais elevados e exigentes obedece também a uma lógica selectiva. Logo, é fortemente condicionado pela classe de nascença (especialmente pelo volume de recursos económicos e educacionais dos próprios pais). Os graus de licenciatura, por exemplo, vêm perdendo valor distintivo à medida que o título de ?Dr? se banaliza. A tendência será para que as famílias das elites pressionem e criem condições para que os seus filhos alcancem graus académicos mais avançados e frequentem escolas mais exigentes (e mais caras!). Esta é uma forma de criar novas e sucessivas barreiras, de modo a que atravessá-las seja sempre mais difícil, pois, os critérios de selecção pautam-se pela obediência aos valores definidos pelas próprias elites e adequados aos seus interesses específicos. Criam-se, assim, espaços e estilos de vida restritos e exclusivos, que se fecham aos que estão de fora: em especial àqueles que ? sendo embora parte da classe média ? têm raízes nas classes mais baixas. De facto, quanto mais nos aproximamos dos estratos sociais do topo mais difícil se torna aceder ao escalão seguinte. Ou seja, o crivo da selectividade vai-se apertando à medida que subimos cada degrau da hierarquia da estratificação.
Segundo estudos recentes do Eurostat e do PNUD (Nações Unidas), Portugal é dos países europeus onde a desigualdade social é maior. Além disso, a diferença entre a camada mais rica e a mais pobre tem vindo a aumentar. Em 1995 a diferença era de 7,4 vezes maior rendimento para os 20% mais ricos (em comparação com os 20% mais pobres); em 2000 baixou para um diferencial de 6,4 vezes; e em 2003 voltou a agravar-se para 7,4 vezes a favor dos mais ricos. Os elevados valores da desigualdade (medida pelo índice de Gini), colocam Portugal próximo de países como a Tanzânia e Moçambique, além de que cerca de 20% da população vive ainda no limiar da pobreza, aumentado as bolsas de exclusão, a precariedade no emprego e o sobre-endividamento das famílias.
Assim, pode dizer-se que o princípio da ?meritocracia? que as sociedades ocidentais tanto invocam, ainda não funciona ou funciona escassamente em Portugal. Em vez disso, funciona a chamada ?cunha? e uma mentalidade algo anacrónica, marcada por traços de servilismo e pelo medo do poder. Daí deriva também a falta de autonomia e de sentido de risco dos portugueses, o que contribui para que os nossos níveis de desenvolvimento e de competitividade sejam ainda tão incipientes em comparação com os países europeus mais avançados. Estas tendências encontram-se, por assim dizer, inscritas no ?código genético? da nossa própria cultura e história. Mas é fundamental não esquecer que a modernização do país exige políticas em que o esforço de desenvolvimento e o aumento da competitividade tenham como contraponto o persistente combate às desigualdades e injustiças sociais.

Jornal «Campeão das Províncias», 27/04/2006
publicado por sociolocaminhar às 02:47
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Ser capaz de mudar as mentalidades
[3] Ser capaz de mudar as mentalidades
ilidio diniz, 2006-10-16 19:21:08
O texto mostra com clareza a alma do país em que nos calhou nascer , de facto reflete a realidade social em que vivemos e que me parece ser o reflexo de um passado feito de dependências e de não vontades de uma elite que nos tem dirigido ao longo dos séculos.
Desde sempre temos vivido nesta dualidade de sentimentos entre um povo que, pelo seu crer e pela sua força, criou e manteve um país e uma cultura, e uma elite que olha simplesmente o umbigo e não é capaz de perceber que o futuro se constrói pela vontade do seu todo e não para servir os interesses particulares das suas elites.
Assim urge mudar as mentalidades e as culturas particulares dos grupos favorecidos.
Como dizia Paulo Freire, é preciso uma nova Educação que permita por um lado libertar o oprimido e por outro conduzir o opressor a compreender a injustiça do seu papel.
É pois necessário mudar de rumo e iniciar por todo o lado uma reforma das mentalidades e através de uma nova forma de educação levar os homens e as mulheres deste país a serem capazes de intervir, enquanto cidadãos, nas decisões que os afectam e a não serem simplesmente passivos perante as decisões que a elite toma e que os afectam directamente.
É pois o tempo e o momento de voltar ao sonho que a Democracia abriu e que não fomos ainda capazes de realizar.
Não será aliás possivel sem uma participação total nas decisoes do país, sem uma capacidade de intervir de forma activa nas decisoes que se tomam em nosso nome e pretensamente boas.
Mas boas para quem?
Sem uma educação para a Democracia, sem uma verdadeira mudanças de mentalidades, sem uma nova forma de influência sobre os políticos e as políticas, nada mas nada será possivel neste país.
Este é pois um momento de esperança, esperança numa dinâmica nova ,que este movimento pode e deve conduzir no sentido de criar as condições para que uma nova forma de democracia surja no país, e que permita uma intervenção mais próxima da democracia directa, sem a qual continuaremos de política em política a viver num país sem rumo e sem futuro.
Repito para mim: o futuro só é possivel pela participação total do povo nas definições das vontades e na criação de sinergias capazes de conduzir o país a novas formas de fazer as coisas e novas formas de distribuição dos recursos do país.

[2] Não ter medo de combater o medo
Maria Amélia Campos, 2006-10-15 19:31:46
Caro Elísio,
A tua abordagem está na ordem do dia e, infelizmente, vai "morar" mais tempo entre nós do que gostaríamos. Com efeito, penso que a nossa falta de autonomia decorre da falta do conhecimento que temos de nós prórios, e da consciência do nosso próprio valor, porque tivémos medo da palavra e da prática meritocráticas. Por outro lado, os espelhos onde nos mirámos estiveram e estão ainda distorcidos, porque isso deu muito jeito às forças dominantes.
A tragédia começa logo na escola. Enquanto professora, ensinei sempre aos meus alunos que deveriam aprender a ter consciência do seu valor, do que valia o seu trabalho e os seus conhecimentos. Habituei-os desde sempre a confrontarem-se uns com os outros e comigo, porque entendi que avaliar alguém, atribuir valor a alguém, é um trabalho muito difícil e para o qual se deve estar bem preparado. Opinar não é avaliar, é dar palpites. Avaliar é também ter a consciência de que não se pode exigir do outro aquilo que ele ou ela não podem dar. Mas isto exige regras bem definidas, planos limpos e transparentes.
Tinha por hábito entregar aos meus alunos, no princípio do ano lectivo, uma planificação para o ano inteiro, no sentido de saberem o que os esperava a eles e a mim, pedindo-lhes que estivessem sempre vigilantes quanto ao cumprimento do que ali estava estipulado. Mas isto exige domínio dos saberes, das competências e das técnicas, para além de uma sólida formação moral e profissional. Mas exige também não ter medo. Se alguma razão nos obrigasse a alterar o estipulado (o que pode acontecer e deveremos aprender a cumprir, mas também a ser maleáveis, sem virar as costas à relidade), essa situação seria logo objecto de uma reformulação, devidamente partilhada e fundamentada.
Penso que antes de governar ou de dirigir é preciso aprender, mas para isso temos de ter mestres à altura. Não ter medo de existir, não ter medo de aprender, de saber e, sobretudo, NÃO TER MEDO DE PODER COMBATER O MEDO.

[1] A cunha é como o bolor
módebaixo, 2006-09-16 00:26:53
Concordo com o autor. A cunha em Portugal é mais eficiente que o mérito. Ponto é que se saiba a quem a pôr. Faltam movimentos de opinião que desmascarem essas tácticas. E falta sobretudo transparência no funcionamento das organizações de poder.A cunha é como o bolor - quanto mais fechada mais desabrocha. Um pouco de ar livre e definha...
publicado por sociolocaminhar às 02:43
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Flexisegurança
[3] despedimento sem justa causa
Ilidio diniz, 2007-03-23 01:59:19
Com palavras belas se enganam os tolos , é o caso da palavra flexisegurança .
Na realidade o que pretendem é , regressar aos velhos tempos que tenho ainda presente na memoria e que o tempo dificilmente poderá apagar. Corriam os tempos de 1973 talvez principios de 1974 ainda antes da instauração do novo regime.
O meu primeiro emprego como ajudante de Farmácia,nesses tempos pude assistir ao que se vêm agora chamar flexisegurança
e que era nada mais nada menos que o livre arbítrio do patrão sobre o empregado.
Nesse tempo pude assistir ao que é a verdadeira consequência de deixar nas mãos do empregador a vida do empregado.
de facto era assim que se vivia nesse tempo . Pude assistir por diversas vezes, ao livre arbítrio do patrão sobre o empregado, em que este era verdadeiramente livre de despedir, só pelo prazer de despedir, como ocorreu por diversas vezes ou ainda pior quando se dava ao luxo de despedir, pelo simples motivo de se ter atingido uma idade idade que impede a pessoa de produzir ao mesmo ritmo dos vinte anos .
Porque assisti a estes factos ,não posso aceitar que se queira de novo regressar a esses tempos, verdadeiramente sombrios da humanidade, embora saiba que nestes novos tempos outras precaridades existam, não me parece que seja através da facilidade do despedir que se resolvam os problemas da precaridade do emprego .
Não! Por aí não, esse caminho é demasiado perigoso, em especial numa sociedade como a portuguesa que cada vez mais se desliga do apoio aos mais fragilizados que se torna mais liberal e mais desumana.
Não estamos a falar de uma sociedade social democrata onde existem verdadeiras solidariedades sociais, como princípios fundadores da sociedade, mas da sociedade portuguesa que se funda no primado do individualismo, sobre o social ,por mais que a retórica do socialismo democrático surja sempre que as eleições estão à porta.
publicado por sociolocaminhar às 02:36
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